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As “pedras no caminho” que desafiam diariamente a utilização do e-learning e uma breve visão do seu mercado global  

10016_Conheça-os-desafios-do-elearning_FabricadeCursos_topo06Por mais que a equipe de T&D seja ativa, organizada e cheia de boas ideias, os desafios são constantes.

Pesquisas apontam dois indicadores como os seus principais dificultadores:

● Muitas empresas ainda usam tecnologia obsoleta; e

● Turnover muito alto - rotatividade de profissionais que atualmente são ávidos por novidades e desafios constantes; quando não atendidos rapidamente, ficam insatisfeitos na mesma proporção, provocando a troca constantes de profissionais nas equipes, gerando novas contratações e treinamento de capacitação, o que gera custos.

E como resolver essas questões? Acompanhar novas tecnologias exige investimento e é caro. É preciso buscar soluções viáveis.

Pesquisas indicam que fazer parceria com fornecedores é uma possibilidade para garantir a infraestrutura necessária para a prática do e-learning. Pode ser uma solução eficiente para resolver a questão dos equipamentos modernos que atendam à necessidade da capacitação de T&D, sem que dependa da área de TI, que geralmente é sobrecarregada para atender às variadas demandas de uma empresa.

Líderes do mercado tech pelo mundo

10016_Conheça-os-desafios-do-elearning_FabricadeCursos_topo03Temos aqui números interessantes alcançados pelos países líderes do mercado tech, em receita de produtos e serviços autoinstrucionais no ano de 2016, por região em milhões de dólares.

Os EUA disparam na liderança com investimento na casa de US$ 23.337,4.

A expectativa é que se mantenha nessa posição até 2023.

Atrás estão:


● Ásia - US$ 10.936,50;
● Europa Ocidental - US$ 7.978,6;
● Europa Oriental - US$ 1.024,8;
● América Latina - US$ 2.106,0;
● Oriente Médio - US$ 683,7;
● África - US$ 607,7.


No Brasil, além de ter ingressado nesse mercado muito depois do líder mundial, algumas dificuldades recorrentes prejudicam o crescimento do uso do e-learning no país: o preço e a qualidade da tecnologia - a qualidade da Internet é ruim e cara. Apesar disso, não estamos tão para trás, considerando que o mercado LATAM representa 10% do mercado americano, sendo que a maior parte voltado para a academia.



De acordo com a Ambient Insight Research, que usa análise quantitativa para identificar oportunidades para fornecedores globais de e-learning e de aprendizagem móvel, os projetos de capacitação, intitulados autoinstrucionais, atingiram investimento de US$ 46,9 bilhões em 2016, com uma pequena queda em relação aos US$ 46,6 bilhões em 2015. Nessa análise, a diminuição acontece devido a mudança de formatos com o uso de outras metodologias para a transferência de conhecimento.

10016_Conheça-os-desafios-do-elearning_FabricadeCursos_topo02O CAGR - Compound Annual Growth Rate - que é um KPI que representa uma taxa de crescimento composta de um período, nesse caso específico de cinco anos, para projetos de capacitação autoinstrucionais desponta como negativo: -6,4%.

Os investimentos por categoria do e-learning estão na seguinte ordem:

● Conteúdo - U$ 33.062,80;
● Serviços - U$ 6.490,38;
● Plataforma - U$ 7.121,49.

Fazem parte dessa categoria ou serviços e produtos que compõem esse grupo, além dos cursos autoinstrucionais, inclusos os LMSs, as ferramentas de autoria, os cursos de prateleira e também todos os serviços associados a eles.

Negócios e investimentos EdTechs

Em 2016, indicadores autoinstrucionais indicaram que 416 negócios foram feitos na área tecnológica. Pelo mundo todo, as startups, responsáveis pelo incentivo à inovação, à economia criativa, receberam US$ 2.200 bilhões de dólares. As EdTechs que fazem parte desse investimento estão concentradas nos EUA, Índia, China e Inglaterra por ordem de volume.

Veja as startups que mais se destacaram!

● 1° lugar - Tutor Group - Essa plataforma de ensino de inglês recebeu o maior investimento entre as edTechs - US$ 315 milhões - Aporte feito por uma empresa de Shangai.
● 2° lugar - Investimento na plataforma ABCmouse.com, empresa da Califórnia, que oferece uma plataforma em nuvem e gamificada para formação de crianças entre 2 e 8 anos. Só ela recebeu US$ 150 milhões de investimentos.
● 3° lugar - Em 2017 a Udemy, que é a plataforma mais conhecida, recebeu aporte de US$ 60 milhões.


O mercado global de e-learning corporativo e seus avanços

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O último estudo, de acordo com a Technavio, o mercado global atingirá o patamar de US$ 31 bilhões em receita até 2020 - Número representado por 11,41%, o que é muito expressivo, por propiciar que as empresas invistam e melhorem o seu formato de capacitação - pontuais e continuada, utilizando ferramentas bem mais eficientes, que facilitam a interação e o engajamento e, consequentemente, gerando indicadores mais positivos.

Como grandes impulsionadores desse crescimento temos:


● Adoção de capacitação por empresas que não são capilarizadas, de variados tamanhos, que consideram o investimento no e-learning bem mais interessante, mais barato; e

● Mudança na forma das pessoas se relacionarem com os conteúdos.

Pelo mundo todo, empresas de portes diversos passaram a entender o e-learning como solução para aplicar seus treinamentos. Ele tem custo mais atraente, considerando que os formatos, a maneira como as pessoas buscam a informação hoje. Afinal, a tecnologia evoluiu e se tornou mais viável em valor, ainda mais quando se trata de ações que impactam na produtividade.

É um cenário bem diferente de alguns anos. A Fábrica que está há duas décadas nesse mercado já trabalhou com projetos complexos de alto custo, de difícil implementação, que só faziam parte do planejamento de empresas altamente inovadoras, com milhares de colaboradores. Assim começou o e-learning no Brasil. O nosso Diretor de Produção, Alvaro Pistono, fez parte do grupo de desenvolvedores do primeiro LMS brasileiro, o Universite. Era uma época de grandes desafios tecnológicos.

10016_Conheça-os-desafios-do-elearning_FabricadeCursos_topo04Nessa época, a Internet ainda não era usada. A estrutura era “behind the firewall”, ou seja, instalações em servidores locais. O que se conseguia era compartilhar informação, através de um sistema local, todos pendurados na mesma rede ou então, através de CDs, o que não permitia fazer um histórico, um acompanhamento do trabalho desenvolvido. Atualizar conteúdo era uma tarefa bem complicada e onerosa, gastava-se muito tempo e dinheiro. Precisava da impressão de todo o material, o conteúdo dos CDs ficavam ultrapassados e o trabalho tinha que ser feito novamente. Imagine como era dar conta dessa tarefa!

De lá pra cá, tudo mudou muito rápido nesse cenário e o desafio agora é acompanhar essa transformação tecnológica, oferecendo soluções interessantes e úteis, que envolvam e engajem os alunos, os usuários… os colaboradores.

 

Oba! Workshop 0800 da Fábrica!